A ADEXO mudou de instalações em Lisboa a 27 de Dezembro de 2005.
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Washington, 07 Jun (Lusa) - Os impulsos suicidas são mais comuns entre os adolescentes que se consideram demasiado gordos ou demasiado magros, independentemente do peso que realmente têm, indica um estudo hoje publicado nos Estados Unidos. Entre os jovens que não se preocupam muito com o peso, essas mesmas tendências não se afastam do normal, constataram os investigadores.
As conclusões do estudo, divulgadas pela revista "Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine", baseiam-se num inquérito realizado em 2001 junto de 13.601 estudantes entre o 9 e o 12 anos. Dezanove por cento dos adolescentes admitiu ter considerado um ano antes a possibilidade de acabar com a vida e 9 por cento chegou a tentar o suicídio.
Cerca de 65 por cento dos estudantes tinha peso normal, mas só 54 por cento se considera com "o peso certo". "A ideia do suicídio demonstrou ser mais provável entre os estudantes cuja percepção do peso se desvia ligeiramente do considerado correcto", afirmou Danice Eaton, investigadora dos Centros de Controlo e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos. O facto de metade dos estudantes se considerar com excesso ou falta de peso "sugere a existência de um sector importante dos estudantes em crescente perigo de recorrer ao suicídio", segundo os investigadores.
As crianças obesas podem ter mais dificuldade em exercitar-se por causa do esforço que é necessário para mexer o corpo e não porque o coração não aguenta. Segundo um estudo do Instituto Internacional de Saúde Infantil de Bethesda (EUA), as crianças obesas cansam-se mais que as saudáveis ao realizar exercios pois a capacidade de fornecer oxigênio aos músculos diminui mais rapidamente. O estudo concluiu que o coração e os pulmões dos obesos sao saudáveis para realizar exercícios com vigor.
A obesidade e o tabaco aceleram o envelhecimento humano, sugerem as conclusões de um estudo científico que é divulgado na revista lancet...
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Como é do conhecimento de todos os doentes obesos existem no mercado vários produtos de venda livre com princípios activos duvidosos ou mesmo sem qualquer princípio activo que influencie o estado de doença que é a obesidade.
Desde ontem que tem vindo a público a realização dum rastreio organizado por um laboratório, acompanhado por um nutricionista que percorrerá 18 cidades do país, referindo as mesmas, mas não os locais nem a entidade que promove este rastreio.
A ADEXO tem conhecimento que esta entidade promotora do rastreio está ligada a um dos produtos constantes na lista de não reconhecidos pelo Infarmed como medicamento.
O rastreio não é do conhecimento de nenhuma das Entidades Oficiais que tratam a Obesidade em Portugal, nem dos Centros de Saúde das cidades onde vai ser realizado, tendo apenas autorização camarária para a localização do espaço onde vai decorrer.
O Rastreio de Índice de Massa Corporal ou de Perímetro Abdominal não apresenta qualquer problema, contudo o aconselhamento de dietas temporárias ou a prescrição deste tipo de produtos é considerado pela ADEXO como de cariz duvidoso, existindo mesmo uma proposta no Ministério da Saúde para que o Infarmed se pronuncie sobre o assunto.
Assim chamamos a atenção aos doentes obesos, para que tenham atenção à forma como será feita a abordagem do assunto para que, mais uma vez, não sejam levados a gastar dinheiro sem qualquer eficácia ou mesmo com algum posterior prejuízo. Lisboa 26 de Janeiro de 2004
Pela Direcção Carlos Oliveira
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Um estudo realizado pela faculdade de medicina do Porto é alarmante, 25% dos jovens de 13 e14 anos sao gordos ou gordinhos. A média nacional é bem mais baixa - 14,8%. A culpa é dos bolos e chocolates que há nas cantinas das escolas. Júlio Magalhães e Fernando Rocha explicam porque seus filhos não fazem parte desta estatística.
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