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A ADEXO APADRINHOU ESTE PROJECTO

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Um único comprimido que responde às necessidade do doente obeso que foi tratado por via cirúrgica e ainda por cima produzido em Portugal não podia deixar de ter o nosso apoio.

Todos nos lembramos da queda de cabelo por falta de Zinco ou da falta de forças por perda de Ferro e outros sintomas que são consequência da nova alimentação imposta pela cirurgia, este medicamento teve a colaboração de especialistas nesta área e pretende dar resposta a todas estas necessidades.

 

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ASSEMBLEIA GERAL

CONVOCATÓRIA

Convocam-se todos os associados a participarem na Assembleia-geral a realizar a 22 de Março de 2014, pelas 10:30 horas numa sala do restaurante o Zé junto às antigas instalações da Adexo em Lisboa, Rua Alberto Sousa Loja 2 Zona B ao Rego

1600-126 Lisboa,

A AG terá a seguinte ordem de trabalhos:

Apresentação do relatório de atividades da Associação no ano 2013;

Aprovação do relatório de contas de 2013;

Situação financeira da associação;

Actividades para 2014;

Outros assuntos;

Encerramento dos trabalhos.

A Assembleia Geral é constituída por todos os Associados no pleno gozo dos seus direitos associativos.

Caso não estejam presentes associados suficientes para iniciar a assembleia às 10:30 horas ela iniciar-se-á 30 minutos depois, independentemente do número de associados presente.

É permitida a representação de Associados, devendo o representado indicar o seu representante através de carta enviada ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral, apenas podendo, no entanto, ser representantes os associados efectivos.

Lisboa 12 de Fevereiro de 2014

O Presidente da Mesa da Assembleia-geral

Mário Faria Silva

 

 

 

 


21/01/2014 - Reunião com os representantes da Saúde do Partido Socialista

 

 

Mais uma vez a Adexo foi convidada pelo Prof. Álvaro Beleza para uma reunião de trabalho que teve a finalidade de auscultar as associações de doentes, personalidades e instituições sobre o impacto da austeridade nos doentes e profissionais de saúde, para procurar soluções que conduzam a uma melhoria da eficácia do Serviço Nacional de Saúde.

 

Tratou-se de uma ampla discussão sobre as dificuldades com que o sector da saúde se depara, na sequência dos cortes orçamentais de que é alvo e que mobilizou representantes dos sistemas públicos e privados, médicos, bastonários de todas as Ordens do sector da saúde e sindicalistas.

 

Todos os oradores representantes das várias associações de doentes referiram que a gravidade da crise económica e social influencia os tratamentos das várias doenças e solicitaram a urgente promoção da equidade no acesso a medicamentos, exames e terapias.

 

Carlos Oliveira, da Adexo, mencionou como principal impacto da austeridade, a paragem do PTCO a nível da obesidade mórbida. Sem tratamento e cirurgia, surgem inevitavelmente as doenças associadas que conduzem muitos doentes à morte prematura.

 

Por outro lado, os números revelados pelo Ministério da Saúde no que respeita às listas de espera são fictícios já que aos hospitais foram dadas instruções para paragem das cirurgias bem como da primeira consulta. Daí ser lógico que as listas de espera desçam. Como também não existe triagem inicial, o doente obeso em risco de vida é tratado como qualquer outro doente.

 

De salientar, sobre este tema, as palavras do Bastonário da Ordem dos Médicos, Dr. José Manuel Silva também presente nesta reunião: “A cirurgia da obesidade cura um diabético obeso, pelo que há necessidade de adequar o tratamento, e o privado não está a operar porque o Estado não paga o suficiente”.

 

Devido à inoperacionalidade da Plataforma cujo programa continua na gaveta, nada existe para o tratamento não cirúrgico da obesidade.

 

Carlos Oliveira salientou ainda que a austeridade aumenta a obesidade, penalizando tanto adultos como crianças que se vêm forçados a recorrer a alimentos mais baratos e às cadeias de “fast food”, que são, normalmente, mais calóricos.

 

Em conclusão, Álvaro Beleza comprometeu-se a reunir com frequência com as associações de doentes e com elas trabalhar em equipa com o objectivo de elaborarem propostas que melhorem o acesso à saúde a todos os cidadãos.

 

 Noticias relacionadas

http://www.publico.pt/politica/noticia/ps-defende-fusao-de-entidades-reguladoras-na-saude-1620601

http://gotadeagua53.blogspot.pt/2014/01/alvaro-beleza-no-rato-reune-conselho.html

http://www.tvi24.iol.pt/503/politica/saude-reuniao-reuniao/1530365-4072.html

 

 

 

 

 

 

A convite do Prof. Álvaro Beleza, secretário nacional para a Saúde, do Partido Socialista, a Adexo participou, hoje, dia 12 de Dezembro, numa reunião de trabalho, com a finalidade de analisar as limitações ao acesso dos doentes ao Serviço Nacional de Saúde (SNS) e auscultar todas as instituições convidadas sobre os problemas que hoje mais afectam o país na área da saúde.

Todas as associações de doentes presentes revelaram a falta de apoio no acesso à saúde por parte do Estado, o aumento das taxas moderadoras, dificuldade no acesso aos medicamentos e falta de equidade no tratamento.

Foi também expressa a necessidade de existência de uma maior agilização entre as várias especialidades médicas e, entre estas e o médico de família.

A criação urgente do Estatuto do Doente Crónico foi uma reivindicação manifestada pelas associações presentes como forma de simplificar o acesso dos doentes ao tratamento e às isenções.

A Adexo, informou que o Estado gasta todos os anos 600 milhões de euros no tratamento das doenças associadas à obesidade número com tendência a aumentar e como o ministro Paulo Macedo não orçamentou qualquer valor para o PTCO, programa de tratamento cirúrgico da obesidade este não está a cumprir os objectivos de diminuir as listas de espera.

Em relação à prevenção o Ministério da Saúde só assume coisas que outros possam pagar passando a responsabilidade no que se refere à execução de acções para outros ministérios, como por exemplo, o da Educação.

Carlos Oliveira referiu também que a diminuição aparente das listas de espera para cirurgia resulta da não entrada de doentes para a primeira consulta cuja lista de espera em vários hospitais está em cerca de ano e meio e noutros está mesmo encerrada.

Afirmou ainda que não estão a ser cumpridas as circulares normativas da DGS que regulam este tratamento, nem a inspeção geral de saúde está a verificar as condições de cada unidade acreditada como centro de tratamento.

 Revelou ser imperioso a colocação do PTCO a funcionar e ainda a necessidade de o Infarmed assumir as suas responsabilidades sobre a quantidades enorme de produtos, com formato de medicamento, vendidos nas farmácias para tratamento duma doença crónica e que são aprovados pelo ministério da agricultura como suplementos alimentares e que prometem milagres aos doentes.

António José Seguro interveio no final da reunião salientando a vontade de dar voz às Associações e de pôr em prática as suas propostas.

A Adexo estará sempre disponível para reunir com todos os partidos com assento parlamentar com o objectivo de discutir propostas e encontrar soluções que possam contribuir para a uma melhor qualidade de vida dos seus associados.

 

 

        03 Novembro de 2013

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Bebés têm excesso de peso

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Obesidade atinge 10% da população portuguesa

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Como os cortes no SNS estão a prejudicar o tratamento dos doentes obesos

 

 

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MANIFESTO PÚBLICO

DE INTERESSES ANTAGÓNICOS COM O MINISTÉRIO DA SAÚDE

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URGENTE

ALTERAÇÃO DE CONTACTOS

 

A ADEXO, por razões de ordem orçamental teve de encerrar a sede em Lisboa, sem, contudo, cessar a sua actividade que continuará a ser assegurada pelos seus voluntários.

 

Assim, a partir de agora, os serviços centrais da Adexo passam a funcionar em  Vila Nova de Santo André no seguinte endereço:

Apartado 80

 

EC Vila Nova de Santo André

7500-999 V.N. S. André

 

O CONTACTO TELEFÓNICO MANTEM-SE O MESMO

TELEFONE: 913942702 DIAS ÚTEIS DAS 14 ÀS 17 HORAS

 

EMAIL's:

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CONVOCATÓRIA

 

Convocam-se todos os associados a participarem na Assembleia-geral a realizar a 30 de Março de 2013, pelas 10 horas nas instalações da Adexo em Lisboa, Rua Alberto Sousa Loja 2 Zona B ao Rego

1600-126 Lisboa,

A AG terá a seguinte ordem de trabalhos:

Apresentação do relatório de atividades da Associação no ano 2012;

Aprovação do relatório de contas de 2012;

Situação financeira da associação;

Actividades para 2013;

Outros assuntos;

Encerramento dos trabalhos.

A Assembleia Geral é constituída por todos os Associados no pleno gozo dos seus direitos associativos.

Caso não estejam presentes associados suficientes para iniciar a assembleia às 10 horas ela iniciar-se-á 30 minutos depois, independentemente do número de associados presente.

É permitida a representação de Associados, devendo o representado indicar o seu representante através de carta enviada ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral, apenas podendo, no entanto, ser representantes os associados efectivos.

Lisboa 11 de Março de 2013

O Presidente da Mesa da Assembleia-geral

Mário Faria Silva

 

PORTARIA 381/2012, de 22 de Novembro

ALTERA AS REGRAS DO PTCO E INCLUI AS CIRURGIAS PARA TRATAMENTO DA OBESIDADE NO SIGIC

O Ministério da Saúde publicou hoje uma portaria que altera as regras do PTCO (Programa de Tratamento Cirúrgico da Obesidade)

Podem encontrar a portaria no link: http://dre.pt/pdf1sdip/2012/11/22600/0671506718.pdf

QUE REGRAS FORAM ALTERADAS:

Para o PTCO existia um orçamento anual que em 2010 e 2011 foi de 12.000.000 de euros e que contratualizava a execução de 2650 cirurgias por ano aos 19 hospitais públicos acreditados como centros de tratamento da obesidade.

Em 2012, nada foi orçamentado e, como todos sabemos, a maioria dos hospitais tem vindo a parar e muito poucos cumprem as regras do tratamento cirúrgico, uma vez que não estão a fazer o mínimo de 50 cirurgias por ano para garantir a fiabilidade da equipa.

A actual Portaria vem agora dizer que as cirurgias para tratamento da obesidade são incluídas no contrato programa do hospital e são pagas pelos valores constantes no texto.

Acrescenta  ainda  que, oficialmente, estas cirurgias passam a beneficiar das regras do SIGIC com a diferença que em vez de ser o SNS a pagar a transferência de doentes para unidades privadas com convenção para este tratamento, passa a ser o hospital de origem do doente.

Aparentemente isto seria favorável para o doente pois se o hospital não o tratasse, ao fim de nove meses receberia um cheque cirurgia e poderia ser tratado num dos centros privados acreditados.

O problema é que o governo baixou ou quer baixar os valores a pagar aos hospitais privados para a execução das cirurgias e a Associação de Hospitais Privados já veio dizer que não faz cirurgias abaixo do preço de custo como o Ministério quer.

Desta forma não há hospitais para receber os doentes, a grande maioria dos hospitais públicos já provou que não consegue diminuir as listas de espera e assim o SIGIC, embora não oficialmente, “MORREU”.

Não parece que os hospitais estejam a ser fiscalizados em relação às 5 circulares normativas que regem o tratamento cirúrgico da obesidade e muitos que conhecemos não têm requisitos para serem centros de tratamento.

 

Se o Ministério não conseguir encontrar parceiros para dar resposta ao SIGIC e obrigar os centros de tratamento a cumprir as regras aumentando de imediato a produção anual no tratamento cirúrgico da obesidade, esta portaria em nada beneficia os doentes.

 

Hoje a ADEXO rastreou 98 pessoas no Evento para Promoção da Saúde realizado no Centro Comercial de S. Marcos

VEJA AS FOTOS

SEMINÁRIO DE DESPORTO DA CÂMARA DE SANTIAGO DO CACÉM

OBESIDADE INFANTIL

Promovido pela Câmara Municipal de Santiago do Cacém com o patrocínio do Instituto Piaget.

Sob o lema,” Desporto, Obesidade infantil, Como foi, Como é e Como Mudar de Rumo”, o fórum deu especial enfoque à preocupação com a promoção de hábitos de vida saudável, de forma a prevenir doenças, designadamente a obesidade. O trabalho com a comunidade e com as forças vivas de cada região para a obtenção de melhores resultados nesta área foi uma das conclusões do evento.

Perante um auditório composto por profissionais nas áreas da saúde, da educação e do desporto e com a presença do Presidente da Câmara, Dr. Vítor Proença, Carlos Oliveira, presidente da Adexo, centrou a sua apresentação nas causas e consequências da obesidade e na forma de a prevenir e combater.

VEJA AQUI AS FOTOS

NOTICIAS DE SANTIAGO DO CACÉM

 

INÍCIO DO SIGIC NO TRATAMENTO CIRÚRGICO DA OBESIDADE

EM 01 DE AGOSTO DE 2012

A ACSS informou que, através do SIGIC, dará inicio em 01 de Agosto de 2012, ao programa de transferências de doentes entre hospitais do SNS e iniciará a atribuição de vales de cirurgia para hospitais convencionados.

Esta era uma solicitação que há anos a  ADEXO tinha efectuado ao Ministério da Saúde e que agora acompanhará com especial atenção.

Iremos ainda solicitar ao Ministério da Saúde que nos informe de quais os centros de tratamento que se vierem a convencionar para podermos informar correctamente os nossos associados.

A colocação em funcionamento deste programa, é mais um passo muito importante que será dado no nosso país para garantir o tratamento correcto e atempado do doente com obesidade mórbida.

Esperamos que a curto prazo sejam tomadas as medidas necessárias para completar o tratamento dos doentes que não tem indicação para cirurgia e que também querem ser ajudados nesta luta constante contra a obesidade.

 

COMUNICADO DE IMPRENSA

CARTA ABERTA AO DIRECTOR DO JORNAL I

Exmo. Senhor Director do Jornal i, Eduardo Oliveira e Silva,

Venho em nome da Adexo- Associação de Doentes Obesos e Ex-obesos de Portugal e de todos os associados que a instituição representa, dar-lhe conhecimento do nosso profundo desagrado e indignação pela manchete de hoje do jornal que dirige, designadamente a forma de tratamento usada para identificar os seus compatriotas obesos.

Porquê? Terá sido mera falta de rigor, facto que não se coaduna com um jornal de referência como o i, descuido do editor ou terá sido propositado por se entender que o termo “gordo” motiva mais para a perda de peso? Por acaso utilizaria o mesmo teor de tratamento se quisesse referir-se a outros grupos igualmente discriminados, como por exemplo os homossexuais, porventura lhes chamaria “maricas”? Ou “bêbados” aos alcoólicos ou “drogados” aos tóxico dependentes? Já para não referenciar a terminologia que utilizariam para designar as prostitutas…

Mais uma vez registamos que o obeso é discriminado a vários níveis no nosso país, só não esperavamos que  até mesmo o chamado quarto poder o fizesse. Em princípio a classe dos jornalistas, por demais bem informada e detentora de multiplos conhecimentos, deveria estar consciente que a discriminação maltrata e mata.

Aproveitamos para informar que o próximo dia 26 de Maio, "Dia Europeu de Combate à  Obesidade", vai precisamente abordar o tema da discriminação de que o obeso é alvo de várias formas e por sectores diferenciados na sociedade, tendo seu jornal, hoje, dado um contributo inestimável para a evidenciar.

 

 

 

DIA EUROPEU DE COMBATE À OBESIDADE

 

Vamos dedicar este dia a combater a DISCRIMINAÇÃO de que o obeso é alvo.

 

DISCRIMINAÇÃO SOCIAL

DISCRIMINAÇÃO OFICIAL

DISCRIMINAÇÃO POR PARTE DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE

 

AS COMEMORAÇÕES DO DIA EUROPEU DE COMBATE À OBESIDADE, organizadas pela ADEXO vão realizar-se no dia 26 de Maio de 2012, entre as 09 e as 17 horas, no Estádio Universitário de Lisboa, brevemente divulgaremos o programa.

REUNIÃO NO MINISTÉRIO DA SAÚDE

 

Após reunião com o Ministério da Saúde, hoje, 7 de Maio de 2012, a Adexo obteve a informação de que Programa de Tratamento da Obesidade vai ter continuidade, sendo, no entanto, adequado ao actual contexto económico.

Em termos de cirurgias haverá algumas modificações mas nunca foi intenção do Ministério parar com as mesmas.

O Ministério irá informar a ADEXO das medidas que vão tomar tendo por base a garantia que não vão parar o tratamento cirurgico da obesidade.

O Ministério mostrou-se preocupado com a obesidade em Portugal, revelando que está a trabalhar na área da prevenção em conjunto com as escolas e as autarquias, com especial enfoque nas crianças e tendo em atenção as desigualdades sociais.

A Adexo reforçou o pedido ao Ministério para a não suspensão do tratamento da obesidade, bem como ajuda numa aproximação às companhias de seguros, no sentido de modificarem as actuais regras que discriminam o doente obeso.

 

 

REUNIÃO NO MINISTÉRIO DA SAÚDE

A Adexo tem agendada para dia 07 de Maio à tarde uma reunião no Ministério da Saúde

para tentar alterar o actual panorama de paragem total do tratamento cirurgico da obesidade no nosso país.

Assembleia Geral de 2012 - Conclusões

 

A AG de 31 de Março aprovou o Relatório de Contas, destacando-se o saldo positivo do exercício do ano. A Adexo detém uma situação financeira estável com fundos próprios para 2012. Em relação às acções realizadas em 2011, mantiveram-se as actividades nas escolas que abrangeram um universo de mil e quinhentos alunos. Foram realizados novos protocolos e renegociados outros, com ganhos acrescidos para os associados.

A Adexo manterá o apoio ao Projecto Escolas, o Dia Nacional de Luta Contra a Obesidade, a decorrer este ano a dezanove de Maio, será organizado de forma diferente, dada a actual situação política e a redução dos patrocínios

Sobre o tratamento da Obesidade em Portugal, Carlos Oliveira, presidente da direcção, referiu a suspensão do Plano de Tratamento e as consequências directas que produzirá na saúde dos portugueses. Na ausência de resposta aos pedidos de diálogo com o Ministério da Saúde, a Adexo irá incrementar acções práticas de luta contra o sistema vigente e denunciar a inexistência de respostas aos doentes obesos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Combate à obesidade infantil e juvenil vai ser debatido, na quinta-feira, no Parlamento, com a apresentação de propostas do PSD, PS e "Verdes" sobre a doença que atinge um em cada três crianças e jovens portugueses.

Restrições à publicidade a alimentos para aqueles grupos etários e campanhas televisivas que alertem para as vantagens de fazer uma alimentação saudável e a prática de exercício físico fazem parte dos textos apresentados pelas formações políticas.

O PS considera que o excesso de peso nos jovens é um "problema de saúde pública" e refere que cada criança obesa custa ao Estado 680 euros por ano, 1,7 vezes o custo médio dos restantes menores.

Além de "ameaçar a sustentabilidade do sistema de saúde pediátrico", a obesidade infantil aumenta a percentagem de jovens adultos afetados por doenças cardíacas, diabetes e cancro, entre outros problemas de saúde.

O PSD, partido que lidera a coligação governamental, acentua também os custos que o excesso de peso acarreta para o indivíduo e para a sociedade e reforça o leque de consequências apontando que a obesidade faz diminuir a esperança de vida entre cinco e 20 anos nas pessoas afetadas.

A regulação e vigilância da venda de alimentos junto às escolas (PS) e a criação de etiquetas para classificar os alimentos, em que o verde seria sinónimo de alimento recomendado (PSD), são outras das propostas integradas nos documentos que vão ser debatidos pelo plenário da Assembleia da República.


Veja mais

 

Comunicado nº 02

06 de Março de 2012

 

QUANTO VAMOS GASTAR A MAIS

POR IR PARAR EM 2012, O TRATAMENTO CIRÚRGICO

DA OBESIDADE EM PORTUGAL

clique para ver comunicado

 

A La Redoute, através da OneStopPlus abriu  o período de candidaturas para o casting A MODA NÃO TEM TAMANHO 2012.

A Adexo associou-se a esta iniciativa

Se estiver interessada em participar aceda ao link:

 

http://www.onestopplus.pt/staticpages/casting.aspx e preencha o formulário de candidatura.

 

 

Conclusões de índole política do VI Congresso Nacional de Cirurgia da Obesidade e Doenças Metabólicas

 

 

Realizou-se nos passados dias 3 e 4 de Fevereiro, no CCB em Lisboa, o VI Congresso de Cirurgia da Obesidade e Doenças Metabólicas sob a presidência honorária do Dr. Celso Silva e presidência do Dr. Mário Neves.

Do primeiro painel de oradores moderado pelo Dr. Mário Neves Presidente da SPCO fizeram parte o Dr. Francisco George, DGS, Dr. Silva Nunes, GTATCO, Dr. Pedro Gomes, SIGIC, Cmdt. Carlos Oliveira, Adexo e Dr, Rodrigo Costa e Silva, Advance Care.

 

No decorrer da apresentação e debate foi divulgada informação pertinente sobre o tratamento da obesidade que convém divulgar pelos nossos associados.

 

No que se refere ao PTCO, (Programa de Tratamento Cirúrgico da Obesidade) tomámos conhecimento das alterações profundas que este vai sofrer a nível de financiamento, mantendo-se, no entanto, em vigor, uma vez que não foi revogada a portaria que o instituiu. O Dr. Pedro Gomes, na sua alocução, referiu que existem actualmente dois mil doentes em lista de espera para cirurgia, cabendo a cada hospital a gestão da mesma, em concorrência com as cirurgias gerais. Os doentes que não possam ser tratados nos hospitais públicos atempadamente serão transferidos para os hospitais privados, suportando o hospital de envio a verba a pagar aos convencionados.

 

No entanto, o Dr. Pedro Gomes não falou da lista de doentes em preparação e da lista de doentes à espera da primeira consulta.

 

A PRESENTE SITUAÇÃO VAI FAZER COM QUE OS HOSPITAIS PÚBLICOS DEIXEM DE TRATAR A OBESIDADE

 

Embora se trate de uma doença crónica com solução cirúrgica, esta cirurgia nunca foi integrada no SIGIC. Actualmente, um hospital público recebe cerca de 5000€ para colocação duma banda e cerca de 8000€ para efectuar um by-pass gástrico com acompanhamento do doente por 3 anos.

Com a entrada em vigor destas novas medidas de financiamento dos hospitais públicos, estes vão receber cerca de 3000€ por qualquer técnica cirúrgica e, se ao fim de 6 meses, não tiverem operado o doente, o SIGIC, automaticamente passará um cheque de cirurgia para um hospital privado, tendo o hospital público de origem, de pagar cerca de 8000€ ao hospital para onde este doente foi transferido.

 

Obviamente os gestores hospitalares não irão aceitar essa situação e, não existindo meios técnicos suficientes para erradicar as listas de espera, os hospitais vão simplesmente deixar de ser centros de tratamento da obesidade.

 

A Adexo considera esta medida a maior discriminação que ocorrerá no país em relação ao doente obeso que ficará totalmente desprovido de tratamento e coloca seriamente em risco tudo o que foi conseguido de positivo para os doentes obesos com os governos anteriores.

 

Tratando-se de uma medida indigna e injusta, envidaremos todos os esforços para que não seja posta em prática.

 

Em Junho de 2011 endereçámos ao ministro da Saúde um pedido de reunião, o qual não obteve ainda resposta. Esta semana voltámos a insistir numa entrevista com o ministro ou secretário de Estado. No caso de omissão por parte da tutela adoptaremos outra forma de contacto e de postura. Calados não ficaremos!

 

 

A CRISE E OS SEUS EFEITOS NA OBESIDADE

CLIQUE NA IMAGEM

A todos os que queiram ajudar a alcançar este número mesmo sem serem sócios do Holmes Place imprimam este convite e vão a qualquer Holmes Place do país entre 01 e 17 de Dezembro façam exercicio, percam calorias divirtam-se e ajudem a atingir este objectivo.

CONVITES PARA  01 A 10 DE DEZEMBRO DE 2011

CONVITES PARA 07 A 17 DE DEZEMBRO DE 2011

PERDER PESO É DIVERTIDO POR ISSO TOCA A MEXER

ESTUDO SOBRE PERDA DE PESO - ISPA / ADEXO

NOVO HORÁRIO DE ATENDIMENTO

ATENDIMENTO TELEFÓNICO É AGORA EFECTUADO NOS DIAS ÚTEIS ENTRE AS 14 E AS 17 HORAS PARA O NÚMERO  913942702

 

AVEIRO - AULAS DE GINÁSTICA

As aulas de ginástica da Adexo (Associação de Obesos e Ex-Obesos de Portugal), com o Prof. José João Costa Lobo, reiniciaram-se no passado dia 4 de Outubro de 2011.

À semelhança do ano anterior, estas decorrem às terças e quintas, das 18h30m às 20h00.

Os interessados em participar devem contactar o Núcleo de Aveiro para inscrição através do e-mail Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar

Susana Mendes
Núcleo de Aveiro da Adexo

 

TAXA SOBRE A”FAST FOOD”

Ouvimos o Sr. Bastonário da Ordem dos Médicos propor publicamente uma taxa sobre a “fast food” como alternativa a mais cortes no sector da saúde.

Aguardámos que o senhor Bastonário reformulasse a sua decisão e viesse a público esclarecer esta taxa mas tal não aconteceu, mais uma vez, nos confrontamos com um médico a fazer um diagnóstico incorrecto e a colocar o dedo na ferida errada.

É tão fácil Sr. Bastonário comparar comida com tabaco. É estar a comparar um bem essencial à vida com uma droga. Deste modo, não podemos deixar de manifestar publicamente o nosso repúdio e esclarecer alguns pontos que não passaram pela análise, mais uma vez discriminatória do gordo, que em público fez.

Convém lembrar que mais de 80% das pessoas com obesidade no nosso país estão desempregadas e o pouco dinheiro que auferem possivelmente só chega para comida tipo “fast food”.

É também conveniente não esquecer que as cadeias de “fast food” foram autorizadas a vir para Portugal pelos nossos governos, estando devidamente licenciadas, cumprem as normas de higiene e vendem alimentos que ingeridos pontualmente não são perigosos, matam a fome a muita gente embora todos saibamos que, ingeridos regularmente, tem efeitos perniciosos pois apresentam alto teor de gordura, sal e açúcar.

Este tipo de alimentação é uma solução que, em vários países onde não se consegue melhorar o nível de vida, garante alimento à população. Faz lembrar o tempo de Salazar e o “slogan” protegido pelo Estado Novo que dizia “beber vinho é dar de comer a um milhão de portugueses”.

Com a crise e consequente falta de dinheiro, o consumo destes produtos vai aumentar e necessariamente a obesidade e as doenças acessórias vão disparar.

Poderemos pensar numa taxa Sr. Bastonário mas sempre com duas condições claras e colocando o dedo na ferida certa:

1. A taxa é aplicada aos produtores de “fast food”, congelando os preços de venda ao público;

2. O produto desta taxa não se destina ao financiamento do SNS, mas sim a um investimento em duas formas, a saber:

· 2/3 no tratamento concreto da obesidade que como sabemos reduz fortemente os problemas de doenças acessórias ao nível da diabetes, cardiologia, respiratórias articulares e oncológicas entre outras;

· 1/3 na prevenção.

Com estas condições, a ADEXO estaria ao lado da sua proposta.

Ora, aplicar uma taxa a quem pouco tem para comer é descabido e em alguns casos, desumano.

Carlos de Oliveira

Presidente da Direcção

 

 

Posição oficial da ADEXO Associação de Doentes Obesos e Ex-Obesos de Portugal

 

A ADEXO quer agradecer à SIC a realização do programa “Peso Pesado”. Embora não sejamos apologistas do formato “Big Brother”, consideramos que este programa constitui uma mais-valia no combate a esta grave doença que atinge a maioria da nossa população.

Tivemos oportunidade de ver grande parte do programa e tendo em conta que ele é isso mesmo, um programa de televisão, consideramos relevantes os seguintes pontos:

O trabalho que a produção efectuou para garantir que pós concurso, os participantes pudessem vir a ter um acompanhamento nas áreas nutricionais e físicas durante dois anos, para poderem estabilizar do ritmo de laboratório que o programa impõe, sem perderem o objectivo da perda ou manutenção sustentada de peso;

O respeito pelos concorrentes não utilizando formas de comunicação que pudessem incrementar o actual processo de discriminação existente contra o gordo;

O alto nível de acompanhamento médico, quer na selecção dos concorrentes, quer durante o decurso do programa;

·A utilização esporádica de momentos emocionais não relacionados com o objectivo do programa, aliada à excelente exibição de momentos de exercício ou de alimentação.

Os concorrentes vão entrar agora uma nova fase das suas vidas onde passarão da euforia da perda de peso à eventual depressão provocada pelo facto de não fazerem coisas que gostam. Este é um momento crucial, dado que vão iniciar a verdadeira guerra pelas suas vidas, tendo-se já a ADEXO colocado à disposição da produção para acompanhar os concorrentes na medida das disponibilidades da Associação, com o fim de que estes consigam atingir os objectivos a que se propuseram.

O “Peso Pesado” teve a virtude de pôr, não só o país, mas também as instituições com responsabilidades na prevenção e tratamento da obesidade, a falar nesta matéria, dando-nos a possibilidade de intervir e contestar construtivamente, conceitos pré-estabelecidos nos mais diferentes fóruns.

Carlos Oliveira

Presidente da Direcção

 

IMPRENSA

CRISE AUMENTA O NÚMERO DE OBESOS EM PORTUGAL

 

 

RENEGOCIAMOS O PROTOCOLO COM O LEV PARA CONSEGUIRMOS QUE MAIS ASSOCIADOS SEM INDICAÇÃO PARA CIRURGIA OU NUM PERIODO PÓS CIRURGICO, POSSAM TER ACESSO A UMA AJUDA EFICAZ NA PERDA E CONTROLE DO PESO

VEJA AQUI OS NOVOS VALORES

 

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IMPRENSA

12 MILHÕES DE EUROS PARA TRATAR A OBESIDADE EM 2011

A ministra da Saúde, Ana Jorge, anunciou uma dotação de 12 milhões de euros para o Programa de Tratamento e de Combate à Obesidade, uma questão de "saúde pública que deve estar na primeira linha das prioridades de qualquer governo".

A dotação de 12 milhões de euros para o combate à obesidade "ajudará a tratar uma realidade que afecta, negativamente, as sociedade modernas e que é uma questão de saúde pública que deve estar na primeira linha das prioridades de qualquer governo", disse Ana Jorge na audição conjunta das Comissões Parlamentares de Orçamento e Finanças e da Saúde para discutir na especialidade o Orçamento do Estado para 2011.

 

Diario Digital

Jornal de Noticias

Publico

A ADEXO Considera uma medida de extrema importância no combate a esta doença.

 

 

PARAR O TRATAMENTO CIRURGICO DA OBESIDADE É INVESTIR NA DOENÇA

EM VEZ DE INVESTIR EM SAÚDE

http://sicnoticias.sapo.pt/pais/article1386732.ece

A ADEXO acusa a ACSS de estar a propôr ao Sr. Ministro da Saúde um Contrato Programa para o financiamento dos Hospitais que vai fazer parar o PTCO - Programa de Tratamento Cirurgico da Obesidade e consequentemente aumentar em cerca de 16 milhões de euros os cerca de 668 milhões que o ministério já gasta com o tratamento das doenças associadas à Obesidade e com a mortalidade provocada pelas mesmas e pela falta de tratamento e controle desta doença crónica.