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 A CRISE E OS SEUS EFEITOS NA OBESIDADE

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A todos os que queiram ajudar a alcançar este número mesmo sem serem sócios do Holmes Place imprimam este convite e vão a qualquer Holmes Place do país entre 01 e 17 de Dezembro façam exercicio, percam calorias divirtam-se e ajudem a atingir este objectivo.

CONVITES PARA  01 A 10 DE DEZEMBRO DE 2011

CONVITES PARA 07 A 17 DE DEZEMBRO DE 2011

PERDER PESO É DIVERTIDO POR ISSO TOCA A MEXER

 

ESTUDO SOBRE PERDA DE PESO - ISPA / ADEXO

NOVO HORÁRIO DE ATENDIMENTO

ATENDIMENTO TELEFÓNICO É AGORA EFECTUADO NOS DIAS ÚTEIS ENTRE AS 14 E AS 17 HORAS PARA O NÚMERO  913942702

   

AVEIRO - AULAS DE GINÁSTICA

As aulas de ginástica da Adexo (Associação de Obesos e Ex-Obesos de Portugal), com o Prof. José João Costa Lobo, reiniciaram-se no passado dia 4 de Outubro de 2011.

 À semelhança do ano anterior, estas decorrem às terças e quintas, das 18h30m às 20h00.

 Os interessados em participar devem contactar o Núcleo de Aveiro para inscrição através do e-mail Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar  

Susana Mendes
Núcleo de Aveiro da Adexo

 

TAXA SOBRE A”FAST FOOD”

Ouvimos o Sr. Bastonário da Ordem dos Médicos propor publicamente uma taxa sobre a “fast food” como alternativa a mais cortes no sector da saúde.

Aguardámos que o senhor Bastonário reformulasse a sua decisão e viesse a público esclarecer esta taxa mas tal não aconteceu, mais uma vez, nos confrontamos com um médico a fazer um diagnóstico incorrecto e a colocar o dedo na ferida errada.

É tão fácil Sr. Bastonário comparar comida com tabaco. É estar a comparar um bem essencial à vida com uma droga. Deste modo, não podemos deixar de manifestar publicamente o nosso repúdio e esclarecer alguns pontos que não passaram pela análise, mais uma vez discriminatória do gordo, que em público fez.

Convém lembrar que mais de 80% das pessoas com obesidade no nosso país estão desempregadas e o pouco dinheiro que auferem possivelmente só chega para comida tipo “fast food”.

É também conveniente não esquecer que as cadeias de “fast food” foram autorizadas a vir para Portugal pelos nossos governos, estando devidamente licenciadas, cumprem as normas de higiene e vendem alimentos que ingeridos pontualmente não são perigosos, matam a fome a muita gente embora todos saibamos que, ingeridos regularmente, tem efeitos perniciosos pois apresentam alto teor de gordura, sal e açúcar.

Este tipo de alimentação é uma solução que, em vários países onde não se consegue melhorar o nível de vida, garante alimento à população. Faz lembrar o tempo de Salazar e o “slogan” protegido pelo Estado Novo que dizia “beber vinho é dar de comer a um milhão de portugueses”.

Com a crise e consequente falta de dinheiro, o consumo destes produtos vai aumentar e necessariamente a obesidade e as doenças acessórias vão disparar.

Poderemos pensar numa taxa Sr. Bastonário mas sempre com duas condições claras e colocando o dedo na ferida certa:

1.       A taxa é aplicada aos produtores de “fast food”, congelando os preços de venda ao público;

2.       O produto desta taxa não se destina ao financiamento do SNS, mas sim a um investimento em duas formas, a saber:

·         2/3 no tratamento concreto da obesidade que como sabemos reduz fortemente os problemas de doenças acessórias ao nível da diabetes, cardiologia, respiratórias articulares e oncológicas entre outras;

·         1/3 na prevenção.

Com estas condições, a ADEXO estaria ao lado da sua proposta.

Ora, aplicar uma taxa a quem pouco tem para comer é descabido e em alguns casos, desumano.

Carlos de Oliveira

Presidente da Direcção

 

Posição oficial da ADEXO Associação de Doentes Obesos e Ex-Obesos de Portugal

 

A ADEXO quer agradecer à SIC a realização do programa “Peso Pesado”. Embora não sejamos apologistas do formato “Big Brother”, consideramos que este programa constitui uma mais-valia no combate a esta grave doença que atinge a maioria da  nossa população.

Tivemos oportunidade de ver grande parte do programa e tendo em conta que ele é isso mesmo, um programa de televisão, consideramos relevantes os seguintes pontos:

O trabalho que a produção efectuou para garantir que pós concurso, os participantes pudessem vir a ter um acompanhamento nas áreas nutricionais e físicas durante dois anos, para poderem estabilizar do ritmo de laboratório que o programa impõe, sem perderem o objectivo da perda ou manutenção sustentada de peso;

O respeito pelos concorrentes não utilizando formas de comunicação que pudessem incrementar o actual processo de discriminação existente contra o gordo;

O alto nível de acompanhamento médico, quer na selecção dos concorrentes, quer durante o decurso do programa;

·A utilização esporádica de momentos emocionais não relacionados com o objectivo do programa, aliada à excelente exibição de momentos de exercício ou de alimentação.

Os concorrentes vão entrar agora uma nova fase das suas vidas onde passarão da euforia da perda de peso à eventual depressão provocada pelo facto de não fazerem coisas que gostam. Este é um momento crucial, dado que vão iniciar a verdadeira guerra pelas suas vidas, tendo-se já a ADEXO colocado à disposição da produção para acompanhar os concorrentes na medida das disponibilidades da Associação, com o fim de que estes consigam atingir os objectivos a que se propuseram.

O “Peso Pesado” teve a virtude de pôr, não só o país, mas também as instituições com responsabilidades na prevenção e tratamento da obesidade, a falar nesta matéria, dando-nos a possibilidade de intervir e contestar construtivamente, conceitos pré-estabelecidos nos mais diferentes fóruns.

 Carlos Oliveira

Presidente da Direcção

 IMPRENSA

CRISE AUMENTA O NÚMERO DE OBESOS EM PORTUGAL

 

 

RENEGOCIAMOS O PROTOCOLO COM O LEV PARA CONSEGUIRMOS QUE MAIS ASSOCIADOS SEM INDICAÇÃO PARA CIRURGIA OU NUM PERIODO PÓS CIRURGICO, POSSAM TER ACESSO A UMA AJUDA EFICAZ NA PERDA E CONTROLE DO PESO

VEJA AQUI OS NOVOS VALORES

 

Capaweb

IMPRENSA

12 MILHÕES DE EUROS PARA TRATAR A OBESIDADE EM 2011

A ministra da Saúde, Ana Jorge, anunciou uma dotação de 12 milhões de euros para o Programa de Tratamento e de Combate à Obesidade, uma questão de "saúde pública que deve estar na primeira linha das prioridades de qualquer governo".

A dotação de 12 milhões de euros para o combate à obesidade "ajudará a tratar uma realidade que afecta, negativamente, as sociedade modernas e que é uma questão de saúde pública que deve estar na primeira linha das prioridades de qualquer governo", disse Ana Jorge na audição conjunta das Comissões Parlamentares de Orçamento e Finanças e da Saúde para discutir na especialidade o Orçamento do Estado para 2011.

Diario Digital

Jornal de Noticias 

Publico

A ADEXO Considera uma medida de extrema importância no combate a esta doença.